As novas cidades podem evoluir nesta matéria e aproximar o seu desenvolvimento de regiões caracterizadas por uma maior eficácia na utilização da energia. Para isso é necessária uma alteração de comportamentos que absorvam conceitos mais adequados.

  • A energia deve ser considerada como um fator de produção tão importante como o trabalho, o capital e as matérias-primas.
  • Gerir a energia é tão importante como gerir recursos humanos, financeiros ou outros.
  • A gestão e o planeamento energético devem começar na fase inicial de projeto das instalações ou de empreendimentos urbanísticos, com a opção racional sobre a forma de energia a consumir e a seleção dos meios de produção que apresentam a maior eficácia energética. No entanto, não significa que as ações de gestão energética não possam ser complementadas por outras ou em instalações já existentes. A gestão da energia é um processo continuado e indispensável.
  • A gestão da energia deve assentar no conhecimento dos sistemas consumidores, através da monitorização em tempo real dos consumos, por instalação consumidora, elaboração de auditorias energéticas periódicas e na consequente elaboração de programas de atuação e de investimento nesta área, a fim de reduzir os consumos e/ou efectuar substituições das fontes e das formas de energia utilizada.
  • A gestão de energia deverá conduzir, de forma contínua, à utilização cada vez mais racional e eficiente da energia.

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