Planear uma nova “cidade” exige a visão urbanística, a concepção das infra-estruturas e a gestão dos serviços urbanos.

A concepção de um Plano Geral de Ordenamento para uma região ou cidade, como são o caso das cidades eficientes (ou smarts), são exemplo de uma situação em que a necessidade de proceder a um planeamento integrado dos recursos energéticos é óbvia. Nesta perspectiva, torna-se evidente a necessidade de proceder a um plano energético director que permita definir as formas de energia final mais convenientes para a satisfação das necessidades em energia útil bem como definir os meios mais adequados para o fornecimento daquelas formas de energia final.

A forma mais conveniente para atingir estes objetivos consiste no estabelecimento de interligações entre a procura e a oferta de energia, condicionando a procura à utilização de tecnologias (e de soluções técnicas) mais eficientes, minimizando as necessidades de energia final para a produção das mesmas quantidades (optimizadas) de energia útil e disponibilizando as formas de energia final que melhor se adaptem aos condicionantes económicos e à salvaguarda do meio ambiente.

Na análise a desenvolver, no âmbito deste plano energético director, deverão estar presentes e integrados os conceitos que se atribuem à Produção e Utilização Racionais e Eficientes da Energia.

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